Problema recorrente acontece próximo à estação de São Cristóvão e a um ponto utilizado por passageiros que seguem para o Super Centro Carioca de Saúde
Um mictório municipal instalado próximo à estação de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, virou motivo de reclamação para quem circula diariamente pela região. O equipamento, conhecido como “UFA”, transborda com frequência, deixando urina pela calçada e provocando forte mau cheiro.
O Fato Fluminense esteve no local e registrou a situação. O problema não é pontual: os transbordamentos são recorrentes, e quem passa pela área frequentemente precisa conviver com o forte odor de urina.
O mictório fica no lado da estação voltado para a Quinta da Boa Vista, em uma área de grande circulação de pedestres e usuários do transporte público.
Problema fica próximo a ponto usado por passageiros que vão para unidade de saúde
Pouco depois do mictório há um ponto de ônibus utilizado, entre outros passageiros, por pessoas que aguardam transporte especial para o Super Centro Carioca de Saúde, em Benfica.
São pacientes que estão a caminho de consultas, exames e outros procedimentos médicos e precisam permanecer nas proximidades de uma área onde o forte cheiro de urina é recorrente.
Quando o mictório transborda, a urina fica acumulada e se espalha pela calçada ao redor do equipamento, justamente em um trecho utilizado por pedestres.
Até quem utiliza o mictório enfrenta constrangimento
O problema não se limita às condições de higiene. A própria estrutura oferece pouca privacidade para os homens que precisam utilizá-la.
Apesar da existência de uma proteção ao redor do equipamento, a estação ferroviária fica em um nível mais elevado. Com isso, quem circula pela parte superior pode ter visão da área onde está instalado o mictório, criando uma situação potencialmente constrangedora para o usuário.
Mulheres não contam com estrutura equivalente
Outro ponto observado é a ausência, naquele local, de uma estrutura sanitária equivalente destinada às mulheres.
Enquanto o mictório oferece uma alternativa, ainda que precária, para o público masculino, mulheres que circulam pela região não dispõem da mesma opção.
O Fato Fluminense solicita esclarecimentos à Prefeitura do Rio sobre os recorrentes transbordamentos, a manutenção e a limpeza do mictório municipal de São Cristóvão, além das medidas previstas para evitar que a urina continue alcançando a calçada.
O portal também questiona se existe previsão de instalação de uma estrutura sanitária que possa atender adequadamente homens e mulheres no local.
📹 Imagens: Fato Fluminense
