Eleitora precisou ser carregada com ajuda de outras pessoas para conseguir chegar à seção eleitoral no Centro da cidade

Uma eleitora cadeirante precisou da ajuda de outras pessoas para conseguir chegar à seção eleitoral e exercer o direito ao voto neste domingo (4), em Maricá, na Região Metropolitana do Rio.

O caso aconteceu no CEPT Zilca Lopes da Fontoura, antigo Colégio Cenecista, no Centro da cidade. A falta de uma rampa no acesso utilizado pela eleitora fez com que ela precisasse ser auxiliada para vencer uma escada e chegar à seção eleitoral.

Segundo o marido da eleitora, uma reclamação sobre a falta de acessibilidade no local já teria sido feita no pleito anterior, mas, de acordo com seu relato, o problema permanecia neste domingo.

Outro caso é relatado em Maricá

Um segundo relato de dificuldade de acesso foi registrado na Escola Elisiário Matta, também no Centro de Maricá.

Segundo informações recebidas pelo portal Maricá Info, uma idosa cadeirante também teria precisado da ajuda de outras pessoas para chegar ao local onde votaria.

A Justiça Eleitoral permite que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida solicitem transferência temporária para uma seção com melhores condições de acessibilidade. Para as Eleições 2026, o prazo para esse procedimento terminou em 20 de agosto.

Os episódios deste domingo levantaram reclamações de eleitores e familiares sobre as condições de acesso oferecidas a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nos locais de votação.

O Fato Fluminense acompanha as Eleições 2026 e busca posicionamento dos responsáveis sobre os problemas de acessibilidade relatados em Maricá.

🎥 Reprodução/Maricá Info

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