Aparelhos foram localizados durante uma vistoria no Presídio Benjamin de Moraes Filho, na Zona Oeste do Rio; agentes também apreenderam drogas

Agentes da Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro encontraram 26 celulares escondidos nas paredes de um presídio do Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, nesta sexta-feira (4).

A apreensão aconteceu durante uma vistoria no Instituto Penal Benjamin de Moraes Filho, como parte da Operação Illicitus, que tem como objetivo combater a entrada e a utilização de materiais ilícitos dentro das unidades prisionais.

Celulares estavam escondidos nas paredes

Durante a revista, os policiais penais identificaram espaços ocultos nas paredes das celas. Com o auxílio de ferramentas, os agentes quebraram parte da estrutura e retiraram os aparelhos que estavam escondidos no local.

Além dos celulares, uma grande quantidade de drogas também foi apreendida durante a ação.

A operação busca impedir que presos mantenham comunicação irregular com pessoas que estão fora do sistema penitenciário, especialmente integrantes de grupos criminosos.

Operação Illicitus intensifica revistas

As fiscalizações nas unidades prisionais do estado foram intensificadas desde agosto, com participação das áreas Operacional e de Inteligência da Polícia Penal, além da Corregedoria-Geral.

Segundo informações divulgadas sobre a operação, desde o início da intensificação das revistas, 567 celulares e cerca de oito quilos de drogas já foram retirados de circulação no sistema penitenciário fluminense.

Na quinta-feira (3), outra etapa da operação, realizada no Presídio Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4), também no Complexo de Gericinó, resultou na apreensão de aparelhos celulares e drogas.

A Polícia Penal mantém as ações de fiscalização com o objetivo de dificultar a comunicação clandestina entre detentos e integrantes de organizações criminosas que atuam fora das unidades prisionais.

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