Avião decolando do Aeroporto de Congonhas, em São PauloFoto de arquivo: Rovena Rosa/Agência Brasil

Ministério de Portos e Aeroportos diz que cancelamentos poderiam afetar o direito de voto; Anac e Decea afirmam que operações seguem normais e passageiros foram realocados

O Ministério de Portos e Aeroportos informou neste domingo (25) que está acompanhando cancelamentos de voos que, segundo a pasta, “poderiam afetar diretamente o direito de voto do eleitor brasileiro” no segundo turno das eleições.

De acordo com o ministério, três decolagens foram suspensas ao longo da manhã por motivos operacionais, e os passageiros foram realocados em outros voos. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) afirmaram que as operações nos aeroportos do país seguem normalmente.

Quem está viajando precisa justificar

O eleitor que estiver fora do seu domicílio eleitoral e não conseguir chegar à seção até as 17h, pelo horário de Brasília, precisa justificar a ausência. O pedido pode ser feito pelo aplicativo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral no site do TSE ou em qualquer cartório eleitoral.

Para quem faltar ao segundo turno, o prazo vai até 8 de janeiro de 2027. A justificativa vale apenas para o turno em que houve a ausência, e quem não justificar fica sujeito a multa de R$ 3,51 por turno. Bilhetes de passagem e cartões de embarque podem servir como comprovante do motivo da falta.

Chuva também alterou locais no Paraná

O mau tempo também afetou a votação em outros pontos do país. No Paraná, o Tribunal Regional Eleitoral realocou cerca de 3,7 mil eleitores de seções no bairro CIC, em Curitiba, e em Guaratuba, no litoral, por causa da chuva. No Rio, a previsão é de pancadas ao longo de todo o dia.

No Pará, uma decisão da Justiça Federal garantiu transporte gratuito, terrestre ou fluvial, para comunidades quilombolas, ribeirinhas, extrativistas e assentadas chegarem aos locais de votação.

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Com informações do Ministério de Portos e Aeroportos, do TSE e do O Povo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil (arquivo).

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