Batuta de maestro sobre partitura em estante de músicaImagem ilustrativa gerada por IA

Músico nascido em Niterói passou cerca de quatro décadas na TV Globo; velório e sepultamento são neste sábado em Miguel Pereira

O músico, compositor e maestro Roger Henri, responsável por trilhas e pela identidade sonora de programas como o Fantástico, o Globo Repórter e o Supercine, morreu nesta sexta-feira (6). A notícia foi comunicada nas redes sociais do artista, que nasceu em Niterói, em 1955. A causa da morte não foi divulgada.

O velório começou às 8h deste sábado (7), no Cemitério Municipal de Miguel Pereira, no Centro-Sul Fluminense, onde o sepultamento está previsto para as 15h.

Quatro décadas na televisão

Roger Henri estreou no cinema em 1978, assinando a trilha do curta O Mágico, de Luiz Bandeira de Mello. Nos anos 1980, trabalhou para gravadoras como RGE, RCA, PolyGram e Som Livre, além de compor jingles e músicas para comerciais e documentários. Em 1983 entrou na TV Globo, onde ficou por cerca de 40 anos.

Na emissora, além das vinhetas e temas de programas jornalísticos e de linha de shows, fez trilhas para novelas e minisséries como Memorial de Maria Moura, Engraçadinha, Força de um Desejo e Anjo Mau.

Arranjos para grandes nomes

Como arranjador, participou de discos de Xuxa, Nana Caymmi, Danilo Caymmi, Fafá de Belém, Fagner e Daniela Mercury — inclusive de uma versão do Hino Nacional gravada por Fafá. Também arranjou uma composição de Tom Jobim usada no documentário Pelé, cuidou da música do longa infantil Era uma Vez… (1994) e dirigiu musicalmente shows de Leila Pinheiro, Sérgio Ricardo, Carmem Costa e Fátima Guedes, além de se apresentar ao lado de Ney Matogrosso.

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Com informações do Agenda do Poder e das redes sociais do artista. Imagem ilustrativa gerada por IA.